Professora registramos novamente o comentario sobre Educador Coletivo e Individual, as meninas já registraram e está nas postagens mais antigas.
Bjs.
terça-feira, 14 de junho de 2011
quinta-feira, 9 de junho de 2011
Comentário do grupo sobre o Educador Coletivo e Individual
O comentário que fizemos foi do grupo de Carolina, Elaine e Roberta, comentamos sobre o Educador Coletivo e o Educador Individual.
sábado, 4 de junho de 2011
ENSINO CORPORATIVO
O grupo de Erika e Mariana abordou que o Ensino Corporativo teve inicio na decada de 90 e várias empresas no Brasil já tem o ensino corporativo onde o mesmo forma e aperfeiçoa o profissional para que o mesmo cresça na equipe, não precisando se deslocar do trabalho aproveitando seu tempo vago para estudar, mas, não necessariamente, pois podem fazerem no seu próprio horário de estudo, em casa, numa lan house, na casa de parentes, amigos e etc...
Acredita-se que, com a educação profissional, a empresa poderá criar um ambiente propício ao desenvolvimento de novas idéias, ampliação das capacidades produtivas, minimização de desperdícios, baixa rotatividade, dentre outros requisitos de atuação efetiva em mercados globalizados e com altos índices de sucateamento de conhecimento.
O Ensino Corporativo vem crescendo 40% no ano de 1999, hoje pode ultrapassar o numero de alunos matriculados nas Universidades Públicas, pela facilidade de acesso e flexibilidade de horários e custos menores quando comparado à formação convencional.
O curso vem capacitando o profissional, atualizando o mesmo ao mercado de trabalho.
Os docentes que dão os cursos são profissionais em EAD, onde os funcionários são capacitados na sua àrea.
O ensino corporativo também chamado de e-learning, tem sido usado como ferramentas de treinamento em empresas. O crescimento do mesmo no Brasil foi desde 1999, onde os investimentos tem crescido em média 41% ao ano atingindo 794 milhões de reais no final de 2006.
O total de cidadão beneficiados cresceu em média 48% ao ano.
A EAD vem auxiliando a Educação privada corporativa adeqüando-se à realidade do ambiente profissional, oferecendo a rapidez, a agilidade, o conteúdo adequado e a disponibilidade da informação no momento necessário. A Internet quebra radicalmente o paradigma da Educação restrita às estruturas físicas consolidadas, pois coloca à disposição do estudante um mundo de informações antes aprendidos nos bancos escolares.
Acredita-se que, com a educação profissional, a empresa poderá criar um ambiente propício ao desenvolvimento de novas idéias, ampliação das capacidades produtivas, minimização de desperdícios, baixa rotatividade, dentre outros requisitos de atuação efetiva em mercados globalizados e com altos índices de sucateamento de conhecimento.
O Ensino Corporativo vem crescendo 40% no ano de 1999, hoje pode ultrapassar o numero de alunos matriculados nas Universidades Públicas, pela facilidade de acesso e flexibilidade de horários e custos menores quando comparado à formação convencional.
O curso vem capacitando o profissional, atualizando o mesmo ao mercado de trabalho.
Os docentes que dão os cursos são profissionais em EAD, onde os funcionários são capacitados na sua àrea.
O ensino corporativo também chamado de e-learning, tem sido usado como ferramentas de treinamento em empresas. O crescimento do mesmo no Brasil foi desde 1999, onde os investimentos tem crescido em média 41% ao ano atingindo 794 milhões de reais no final de 2006.
O total de cidadão beneficiados cresceu em média 48% ao ano.
A EAD vem auxiliando a Educação privada corporativa adeqüando-se à realidade do ambiente profissional, oferecendo a rapidez, a agilidade, o conteúdo adequado e a disponibilidade da informação no momento necessário. A Internet quebra radicalmente o paradigma da Educação restrita às estruturas físicas consolidadas, pois coloca à disposição do estudante um mundo de informações antes aprendidos nos bancos escolares.
domingo, 29 de maio de 2011
AVALIAÇÃO NA EDUCAÇÃO À DISTÂNCIA
Foi abordado pelo grupo que apresentou Cintia e Kelly que que por inumeras razões o professor não pode só avaliar com provas e sim pelo desenvolvimento do aluno em sala, na EAD a valiação deve ser por diversos meios ficando a disposição do aluno. Estudar e desenvolver metodologias a serem empregados na avaliação a distância que possibilitem avaliar nas dinâmicas sendo a interação um desafio.
Foi abordado também que o processo de avaliação o aluno aprende mais quando ele faz a sua propria construção do seu conhecimento.
Foi apresentado os Tipos de Aprendizagem que são a cooperativa, colaborativa e a interativa.
Foi explicado pelas meninas que o processo básico de avaliação é o que o professor espera do aluno o que vai ser elaborado.
Na Formativa ela fornece o Feedback ao aluno que aprendeu e que precisa aprender, avaliando o nivel do aluno para continuar o conteúdo, acontece antes e durante o processo de aprendizagem. Tendo o mesmo objetivo de avaliar numa presencial ou a distância. Foi abordado que todo curso a distânciapela legislação deve ter avaliação presencial e a distância e a definição do percentual será definida pela instituição que pode ser 60% presencial e 40% virtual ou meio a meio 50% para cada.
A Somativa ocorre ao final da construção com a finalidade de verificar o que o aluno aprendeu. Vira atribuição de notas; fornecendo o feedback ao aluno.
Foi abordado também que o processo de avaliação o aluno aprende mais quando ele faz a sua propria construção do seu conhecimento.
Foi apresentado os Tipos de Aprendizagem que são a cooperativa, colaborativa e a interativa.
Foi explicado pelas meninas que o processo básico de avaliação é o que o professor espera do aluno o que vai ser elaborado.
Na Formativa ela fornece o Feedback ao aluno que aprendeu e que precisa aprender, avaliando o nivel do aluno para continuar o conteúdo, acontece antes e durante o processo de aprendizagem. Tendo o mesmo objetivo de avaliar numa presencial ou a distância. Foi abordado que todo curso a distânciapela legislação deve ter avaliação presencial e a distância e a definição do percentual será definida pela instituição que pode ser 60% presencial e 40% virtual ou meio a meio 50% para cada.
A Somativa ocorre ao final da construção com a finalidade de verificar o que o aluno aprendeu. Vira atribuição de notas; fornecendo o feedback ao aluno.
quinta-feira, 26 de maio de 2011
O ENSINO COMO INTERATIVIDADE COOPERAÇÃO E COLABORAÇÃO NA EAD
Nesta aula foi discutido o termo sobre a interatividade que é um termo cientifico da fisica que surgiu na decada de 70 quando a internet começou a ser divulgada, houve repercussão mundial e surgiu o termo interatividade que foi através da relação homem + computador+ também homem com homem através da maquina .
Foi argumentado também que a interatividade foi uma experiência do homem com a maquina. Interatividade quer dizer interação homem-homem e homem maquina. Tendo duas: sincroma e assicroma que pode ser interatividade sincronia, na qual os participantes estão presentes ao mesmo tempo porém com individuos que se encontra em lugares distintos. ex: ligação telefonica relação direta.ex: é o chat que o usuario acessa a internet e fala ao mesmo tempo.
Foi discutido na sala de aula também sobre a interatividade assincroma é quando os participantes não precisam estar engajados ao mesmo tempo. A interação assincrona ex: o email você manda e a pessoa não é obrigado a ver na hora que você manda.
Discutimos também o termo cooperação que é quando todos estão juntos cooperando um com o outro. Tem pessoas que não tem iniciativa, mal entendendor, conflitos, posturas. Desta maneira o desenvolvimento não vai ser positivo.
Discutimos o termo colaboração e entendemos que surgem a aprendizagem colaborativa esta aprendizagem caracteriza a participação.
A aprendizagem colaborativa é onde um colabora com o trabalho do outro, engrandecendo seu trabalho e o trabalho do outro, a aprendizagem colaborativa vai propiciando e facilitando o crescimento do grupo.
A medida que você da sugestão do trabalho do colega você vai enriquecer seu conhecimento na hora em que você colabora com seu colega.
A aprendizagem colaborativa sera beneficio para os alunos pois eles precisam aprender a interagir.
A internet e as tecnologias da informação e comunicação o professor deve ser o mediador para resolver os conflitos.
Foi argumentado também que a interatividade foi uma experiência do homem com a maquina. Interatividade quer dizer interação homem-homem e homem maquina. Tendo duas: sincroma e assicroma que pode ser interatividade sincronia, na qual os participantes estão presentes ao mesmo tempo porém com individuos que se encontra em lugares distintos. ex: ligação telefonica relação direta.ex: é o chat que o usuario acessa a internet e fala ao mesmo tempo.
Foi discutido na sala de aula também sobre a interatividade assincroma é quando os participantes não precisam estar engajados ao mesmo tempo. A interação assincrona ex: o email você manda e a pessoa não é obrigado a ver na hora que você manda.
Discutimos também o termo cooperação que é quando todos estão juntos cooperando um com o outro. Tem pessoas que não tem iniciativa, mal entendendor, conflitos, posturas. Desta maneira o desenvolvimento não vai ser positivo.
Discutimos o termo colaboração e entendemos que surgem a aprendizagem colaborativa esta aprendizagem caracteriza a participação.
A aprendizagem colaborativa é onde um colabora com o trabalho do outro, engrandecendo seu trabalho e o trabalho do outro, a aprendizagem colaborativa vai propiciando e facilitando o crescimento do grupo.
A medida que você da sugestão do trabalho do colega você vai enriquecer seu conhecimento na hora em que você colabora com seu colega.
A aprendizagem colaborativa sera beneficio para os alunos pois eles precisam aprender a interagir.
A internet e as tecnologias da informação e comunicação o professor deve ser o mediador para resolver os conflitos.
AS POSSIBILIDADES DAS TECNOLOGIAS NA EAD
O trabalho de hoje foi apresentado por Thayssa e Renata onde as mesmas abordaram sobre os Conhecimento e as possibilidades que se abrem com a ampliação das novas tecnologias na Ead como a TV a cabo que facilita a comunicação a distância.
O seminário sugere que o educador deverá criar diversas situações de aprendizagem para que os alunos possam desenvolver o saber e o conhecimento adquiridos. São muitos os cursos de atualização, de extensão. As possibilidades de interação são propocionais ao numero de pessoas envolvidas com aulas presenciais e semi-presenciais.
Foi abordado pelo grupo que a teoria do grande teórico Vygotsk no qual tem como fundamentação a abordagem da interação do discente-docente e que a mesma é responsável pelo desenvolvimento do indivíduo. O docente deverá estimular a autonomia do discente levando-o a ação que possa ser compartilhada. Logo, a reciprocidade é fundamental no desenvolvimento das competências do discente, assim como, no desenvolvimento da atuação do docente. Também, as tecnologias deverão ser partilhandas por essa nova dinâmica que envolve o ensino de educação a distância.
Foi abordado pelo grupo que as tecnologias também estão ligadas a EAD por um bom tempo, mas não so a internet está ligada diretamente a ela mas outras tecnologias que ajudam como facilitadoras, como a televisão, cd, dvd, ipod, entre outros.
O seminário sugere que o educador deverá criar diversas situações de aprendizagem para que os alunos possam desenvolver o saber e o conhecimento adquiridos. São muitos os cursos de atualização, de extensão. As possibilidades de interação são propocionais ao numero de pessoas envolvidas com aulas presenciais e semi-presenciais.
Foi abordado pelo grupo que a teoria do grande teórico Vygotsk no qual tem como fundamentação a abordagem da interação do discente-docente e que a mesma é responsável pelo desenvolvimento do indivíduo. O docente deverá estimular a autonomia do discente levando-o a ação que possa ser compartilhada. Logo, a reciprocidade é fundamental no desenvolvimento das competências do discente, assim como, no desenvolvimento da atuação do docente. Também, as tecnologias deverão ser partilhandas por essa nova dinâmica que envolve o ensino de educação a distância.
Foi abordado pelo grupo que as tecnologias também estão ligadas a EAD por um bom tempo, mas não so a internet está ligada diretamente a ela mas outras tecnologias que ajudam como facilitadoras, como a televisão, cd, dvd, ipod, entre outros.
ALUNO AUTÔNOMO
Aluno autônomo
Foi abordado no seminário que na EAD, o discente e o docente estão interligados pela internet e os recursos tecnológicos. Nessa forma de ensino, a aprendizagem do discente é autônoma, ou seja, o mesmo é responsável pela construção de sua própria aprendizagem.
O aluno autônomo necessita de motivação, autonomia, qualificação e autoconfiança. Sendo responsável por seu conhecimento, fazendo a diferença na organização do tempo para o estudo, facilitando a sua aprendizagem.
Na EAD o processo de ensino e aprendizagem do discente é autônoma e é mediado por tecnologias em que o docente e o discente estão ligados através da internet, tornando assim o discente responsável pela sua própria aprendizagem. A grande demanda por esse tipo de educação, são de pessoas que não tem tempo de frequentar aulas diárias, ou que deixou de estudar a muito tempo, ou que tem familia e emprego e o tempo é mínimo para estudar, assim pode estudar em casa e a aula presencial muitas vezes é uma vez por semana.
Para o docente a questão da autonomia exige dos estudantes habilidade, dedicação, interesse e compromisso com os estudos. Porém, o discente da EAD é o principal sujeito no processo ensino-aprendizagem, valorizando a sua autonomia e motivação para vencer os desafios e obstáculos.
O aluno autônomo necessita de motivação, autonomia, qualificação e autoconfiança. Sendo responsável por seu conhecimento, fazendo a diferença na organização do tempo para o estudo, facilitando a sua aprendizagem.
Na EAD o processo de ensino e aprendizagem do discente é autônoma e é mediado por tecnologias em que o docente e o discente estão ligados através da internet, tornando assim o discente responsável pela sua própria aprendizagem. A grande demanda por esse tipo de educação, são de pessoas que não tem tempo de frequentar aulas diárias, ou que deixou de estudar a muito tempo, ou que tem familia e emprego e o tempo é mínimo para estudar, assim pode estudar em casa e a aula presencial muitas vezes é uma vez por semana.
Para o docente a questão da autonomia exige dos estudantes habilidade, dedicação, interesse e compromisso com os estudos. Porém, o discente da EAD é o principal sujeito no processo ensino-aprendizagem, valorizando a sua autonomia e motivação para vencer os desafios e obstáculos.
EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA: O EDUCADOR COLETIVO E INDIVIDUAL
O grupo abordou as diversas funções que o professor pode assumir, sendo eles:
- Professor formador: É aquele que orienta o estudo e a aprendizagem, sendo correspondente a função pedagógica do professor no ensino presencial.
- Professor pesquisador: É o que pesquisa e se atualiza em várias disciplinas e metodologias de ensino/aprendizagem, reflete sobre sua prática pedagógica orienta e participa das pesquisas de seus alunos.
- Professor formador: É aquele que orienta o estudo e a aprendizagem, sendo correspondente a função pedagógica do professor no ensino presencial.
- Professor pesquisador: É o que pesquisa e se atualiza em várias disciplinas e metodologias de ensino/aprendizagem, reflete sobre sua prática pedagógica orienta e participa das pesquisas de seus alunos.
Foi abordado pelo grande grupo que é importante a formação de um professor pesquisador, ou seja a formação de um profissional capaz de analisar sua própria prática e através desta análise aprimorar sua prática pedagógica no sentido de formar cada vez mais pessoas capazes de pensar, formar para o pensamento e não simplesmente para a recepção de informações.
- Professor tutor: É o que orienta o aluno em seus estudos de acordo com as disciplinas de sua responsabilidade, em geral participa das atividades de avaliação.
Foi abordado que o trabalho principal do professor tutor é o de orientar o aperfeiçoamento progressivo das competências profissionais do aluno, tendo como referência os objetivos específicos estabelecidos nos Cadernos Pedagógicos que constitui importante oportunidade para o aluno relacionar o exercício didático de realização das atividades com as situações concretas da sua prática pedagógica, de modo a aperfeiçoar continuamente essa prática. O professor-tutor conduz esse processo de forma contínua e dinâmica, de modo a auxiliar o aluno no alcance progressivo dos seus objetivos de aprendizagem.
Nesse sentido, ele avalia as atividades desenvolvidas em equipe; incentiva os alunos a desenvolverem permanentemente a sua auto-avaliação e a avaliação coletiva do grupo, da atuação do professor-tutor e do professor gestor daquele conteúdo em estudo, bem como, de sua atuação nos encontros presenciais.
Nesse sentido, ele avalia as atividades desenvolvidas em equipe; incentiva os alunos a desenvolverem permanentemente a sua auto-avaliação e a avaliação coletiva do grupo, da atuação do professor-tutor e do professor gestor daquele conteúdo em estudo, bem como, de sua atuação nos encontros presenciais.
quinta-feira, 19 de maio de 2011
ABORDAGEM PEDAGOGICA VOLTADA PRA EAD
Numa abordagem rápida explicamos que:
Heutagogia
Esse termo foi criado em 2000 por Hase e Kenyon, é definido como o estudo da aprendizagem autodeterminada, propõe mais do que aprender sozinho. O aluno é o único responsável pela aprendizagem, não havendo a figura do professor.
Para a Heutagogia, o aluno é responsável pela administração da aprendizagem, não havendo a figura do professor.
É louvável que em pleno século XXI a educação comece a ganhar uma nova cara ou seja, a entrar no eixo. A autonomia do aluno nada tem a ver com o abandono da responsabilidade do agente chamado professor. È notório que as informações que o aprendiz recebe hoje transita por vários canais de comunicações, sendo a mais poderosa a Internet.Pois bem, o que muda é somente o foco, ou seja, o aluno passa a ser o protagonista e por quê? É simples, a relação entre professor e aluno atualmente já esta desgastada, tendo em vista que o professor tem sido um transmissor de conhecimento, como exietem outros agentes que também educa(TV,Rádio<jornais,Internet...)é natural que se adote em sala de aula uma postura de diálogo ou seja de comunicação entre quem auxilia na construção do conhecimento(Professor) e quem recebe orientações na medida em que se desenvolve sua capacidade de construção cognitiva(Aluno)e nesse cenário os dois aprende, pois são seres humanos que estão todo o tempo aprendendo e todos saem ganhando.
Andragogia
Significa "ensino para adultos". Busca promover o aprendizado através da experiência, fazendo com que a vivência estimule e transforme o conteúdo, impulsionando a assimilação.
Busca promover o aprendizado através da experiência, fazendo com que a vivência estimule e transforme o conteúdo, impulsionando a assimilação.
O adulto após absorver e digerir aplica. É o aprender através do fazer, o ''aprender fazendo''.
Adriana Marqez em palestra no Primeiro Encontro Nacional de Educação e Pensamento, na Republica Dominicana cita:
''A Andragogia na essência é um estilo de vida, sustentado a partir de concepções de comunicação, respeito e ética, através de um alto nivel de consciência e compromisso social''
Eduard Lindeman, em ''The Meaning of Adult Education'' (1926), identificou, pelo menos, cinco pressuposto-chave para educação de adultos.
1- Adultos são motivados a aprender à medida que experimentam que suas necessidades e interesses serão satisfeitos. Por isto estes são os pontos mais apropriados para se iniciar a organização das atividades de aprendizagem de adulto.
2- A orientação de aprendizagem do adulto está centrada na vida; por isto as unidades apropriadas para se organizar seu programa de aprendizagem são as situações de vida e não disciplinas.
3- A experiência é a mais rica fonte para o adulto aprender; por isto, o centro da metodologia da educação do adulto é a análise das experiências.
4- Adultos tem uma profunda necessidade de serem autodirigidos; por isto, o papel do professor é engajar-se no processo de mútua investigação com os alunos e nãoapenas transmitir-lhes seu conhecimento e depois avaliá-los.
5- As diferenças individuais entre pessoas crescem com a idade; por isto, a educação de adultos deve considerar as diferenças de estilo, tempo, lugar e ritmo de aprendizagem.
Construtivismo
De acordo com a abordagem construtivista existem três aspectos que podem servir num modelo teórico para a formação à distância:
1) Os conhecimentos são construídos
O conhecimento provém da atividade do aprendiz e tem se construído em relação com sua ação e sua experiênciabojo do mundo.
2) O aprendiz ocupa o processo
Essa concepção supõe que o conhecimento está transmitido conforme um processo hierárquico de ensino e está medido por um teste: acredita-se que não haja aprendizagem sem ensino.
3) O contexto de aprendizagem desempenha um papel determinante
A atividade do aprendiz está sempre inserida no meio ambiente que possibilite a apropriação. O processo de aprendizagem insere-se numa realidade cultural e contextualizada onde a compreensão dos objetos e dos eventos está diretamente ligada à forma na qual ela se produz.
Têm sido essencial para tornar disponivel o conhecimento em grandes territórios, para atingir a população que não frequenta as instituições escolares convencionais.
No construtivismo os conhecimentos são construidos. Eles consideram que qualquer processo de conhecimento e de compreensão está inteiramente ligado ao contexto social e emocional em que a aprendizagem acontece (Lebow 93).
O conhecimento provém da atividade do aprendiz e tem se construido em relação com sua ação e sua experiência. O papel assumido pelo aprendiz deve ser primordial, a aprendizagem acontece pela interação que o aprendiz estabelece entre os diversos componentes. O processo da aprendizagem inseri-se numa realidade cultural e contextualizada onde a compreensão dos objetos dos eventos estão ligados diretamente a forma que ela produz.
No construtivismo os conhecimentos são construidos. Eles consideram que qualquer processo de conhecimento e de compreensão está inteiramente ligado ao contexto social e emocional em que a aprendizagem acontece (Lebow 93).
O conhecimento provém da atividade do aprendiz e tem se construido em relação com sua ação e sua experiência. O papel assumido pelo aprendiz deve ser primordial, a aprendizagem acontece pela interação que o aprendiz estabelece entre os diversos componentes. O processo da aprendizagem inseri-se numa realidade cultural e contextualizada onde a compreensão dos objetos dos eventos estão ligados diretamente a forma que ela produz.
terça-feira, 12 de abril de 2011
EDUCAÇÃO À DISTÂNCIA E AS GERAÇÕES
O que é Educação a Distância (EaD)
A Educação a Distância é uma modalidade de ensino onde professores e alunos estão separados no tempo e no espaço e desenvolvem atividades de aprendizagem por meio de uma tecnologia de comunicação.
A evolução da Educação a Distância
A evolução da educação a distância pode ser compreendida a partir da história dos meios de comunicação.
A 1ª Geração
A primeira geração da EaD surgiu na Inglaterra no final do século 19 com os primeiros cursos por correspondência. No Brasil, a primeira iniciativa de EaD surgiu em 1904, com o ensino por correspondência: instituições privadas ofertando iniciação profissional em áreas técnicas, assim como outras iniciativas via rádio. O modelo de ensino consagrou-se na metade do século, com a criação do Instituto Monitor, do Instituto Universal Brasileiro e de outras organizações similares, responsáveis pelo atendimento de mais de três milhões de estudantes em cursos abertos de iniciação profissionalizante pela modalidade de ensino por correspondência.
A 2ª Geração
No início do século 20, com o advento do rádio e da televisão iniciou-se a segunda geração da EaD, marcada pela realização de programas educacionais e dos telecursos. No Brasil, esta geração foi marcada pela criação das TVs Educativas em meados dos anos 60.
A 3ª Geração
A terceira geração da EaD, na qual nos encontramos atualmente, é caracterizada pelo uso das novas tecnologias de informação e comunicação (TICs), especialmente da Internet. Estamos, portanto, na geração dos programas de aprendizagem inovadores, baseados na construção de comunidades de aprendizagem, na pesquisa e no desenvolvimento de novas práticas educacionais, onde a informática aliada à comunicação em rede nos leva a novas oportunidades educacionais.
A passagem à 4ª geração de EaD é mais difícil de estabelecer do que o que aconteceu em relação as gerações anteriores. De facto, ela diferencia-se da anterior por:
Intervenientes: A instituição virtual substitui a instituição física no processo de EaD.
Ambiente/Local de estudo: Surge um novo ambiente de estudo, a sala de aulas virtual.
O aparecimento da 4º geração de EaD não é assim acompanhado/associado ao aparecimento de uma nova tecnologia, tal como aconteceu para as gerações anteriores. Também não se observam alterações significativas a nível dos suportes pedagógicos. A existência da 4º geração de EaD só pode ser estabelecida ao nível dos intervenientes e do ambiente de aprendizagem. O aluno passa a interagir com docentes virtuais, com outros alunos virtuais, com uma instituição virtual e tudo acontece numa “sala de aula” virtual.
Para que ocorra a aprendizagem colaborativa é necessário que haja uma ligação “social” entre os membros que formam a comunidade, é necessário o sentimento de pertencer a um grupo.
Rheingold foi um dos primeiros autores a utilizar o termo "comunidade virtual" para os grupos pessoas que mantinham relações sociais no ciberespaço.
Hoje em dia, fala-se já da 5ª geração (e mesmo 6ª), baseadas no desenvolvimento da rede e da passagem e profileração da Web 2.0.
Um Personal Learning Environment (Ambiente de Aprendizagem Pessoal) é um sistema centrado no aluno, em que este cria o seu próprio ambiente de aprendizagem. Integra as aprendizagens formais e informais em que o aluno engloba tudo o que considera relevante para a sua aprendizagem.
O aluno, com recurso às ferramentas disponíveis online, agrega, manipula, colabora e publica as suas aprendizagens.
A Internet e a EaD
A Internet tem causado profundas mudanças em nossa sociedade e em nosso cotidiano, mudando a forma com que trabalhamos, nos divertimos, nos socializamos e estudamos.
Na educação, estas mudanças se refletem na forma em que os alunos pesquisam e se desenvolvem e também na forma em que os professores planejam seus cursos e interagem com seus alunos.
Através da Internet e dos ambientes virtuais de aprendizagem, podemos criar salas virtuais, nas quais professores e alunos comunicam-se, dialogam, acessam materiais didáticos, pesquisam e constroem conhecimento. A principal contribuição da Internet para a educação não está no uso da tecnologia, mas sim nas mudanças de atitude e nas novas oportunidades de aprendizagem que ela proporciona.
Modalidade Semipresencial
A modalidade semiprensencial é uma sub-modalidade de cursos a distância que se caracteriza pela realização de encontros presenciais intercalados por atividades á distância.
DECRETO 5.622/2005
DECRETO Nº 5.622, DE 19 DE DEZEMBRO DE 2005.
Regulamenta o art. 80 da Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional.
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso das atribuições que lhe confere o art. 84, incisos IV e VI, alínea "a", da Constituição, e tendo em vista o que dispõem os arts. 8o, § 1o, e 80 da Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996,
DECRETA:
CAPÍTULO I
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS
Art. 1o Para os fins deste Decreto, caracteriza-se a educação a distância como modalidade educacional na qual a mediação didático-pedagógica nos processos de ensino e aprendizagem ocorre com a utilização de meios e tecnologias de informação e comunicação, com estudantes e professores desenvolvendo atividades educativas em lugares ou tempos diversos.
§ 1o A educação a distância organiza-se segundo metodologia, gestão e avaliação peculiares, para as quais deverá estar prevista a obrigatoriedade de momentos presenciais para:
I - avaliações de estudantes;
II - estágios obrigatórios, quando previstos na legislação pertinente;
III - defesa de trabalhos de conclusão de curso, quando previstos na legislação pertinente; e
IV - atividades relacionadas a laboratórios de ensino, quando for o caso.
Art. 2o A educação a distância poderá ser ofertada nos seguintes níveis e modalidades educacionais:
I - educação básica, nos termos do art. 30 deste Decreto;
II - educação de jovens e adultos, nos termos do art. 37 da Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996;
III - educação especial, respeitadas as especificidades legais pertinentes;
IV - educação profissional, abrangendo os seguintes cursos e programas:
a) técnicos, de nível médio; e
b) tecnológicos, de nível superior;
V - educação superior, abrangendo os seguintes cursos e programas:
a) sequenciais;
b) de graduação;
c) de especialização;
d) de mestrado; e
e) de doutorado.
Art. 3o A criação, organização, oferta e desenvolvimento de cursos e programas a distância deverão observar ao estabelecido na legislação e em regulamentações em vigor, para os respectivos níveis e modalidades da educação nacional.
§ 1o Os cursos e programas a distância deverão ser projetados com a mesma duração definida para os respectivos cursos na modalidade presencial.
§ 2o Os cursos e programas a distância poderão aceitar transferência e aproveitar estudos realizados pelos estudantes em cursos e programas presenciais, da mesma forma que as certificações totais ou parciais obtidas nos cursos e programas a distância poderão ser aceitas em outros cursos e programas a distância e em cursos e programas presenciais, conforme a legislação em vigor.
Art. 4o A avaliação do desempenho do estudante para fins de promoção, conclusão de estudos e obtenção de diplomas ou certificados dar-se-á no processo, mediante:
I - cumprimento das atividades programadas; e
II - realização de exames presenciais.
§ 1o Os exames citados no inciso II serão elaborados pela própria instituição de ensino credenciada, segundo procedimentos e critérios definidos no projeto pedagógico do curso ou programa.
§ 2o Os resultados dos exames citados no inciso II deverão prevalecer sobre os demais resultados obtidos em quaisquer outras formas de avaliação a distância.
Art. 5o Os diplomas e certificados de cursos e programas a distância, expedidos por instituições credenciadas e registrados na forma da lei, terão validade nacional.
Parágrafo único. A emissão e registro de diplomas de cursos e programas a distância deverão ser realizados conforme legislação educacional pertinente.
Art. 6o Os convênios e os acordos de cooperação celebrados para fins de oferta de cursos ou programas a distância entre instituições de ensino brasileiras, devidamente credenciadas, e suas similares estrangeiras, deverão ser previamente submetidos à análise e homologação pelo órgão normativo do respectivo sistema de ensino, para que os diplomas e certificados emitidos tenham validade nacional.
Art. 7o Compete ao Ministério da Educação, mediante articulação entre seus órgãos, organizar, em regime de colaboração, nos termos dos arts. 8o, 9o, 10 e 11 da Lei no 9.394, de 1996, a cooperação e integração entre os sistemas de ensino, objetivando a padronização de normas e procedimentos para, em atendimento ao disposto no art. 80 daquela Lei:
I - credenciamento e renovação de credenciamento de instituições para oferta de educação a distância; e
II - autorização, renovação de autorização, reconhecimento e renovação de reconhecimento dos cursos ou programas a distância.
Parágrafo único. Os atos do Poder Público, citados nos incisos I e II, deverão ser pautados pelos Referenciais de Qualidade para a Educação a Distância, definidos pelo Ministério da Educação, em colaboração com os sistemas de ensino.
Art. 8o Os sistemas de ensino, em regime de colaboração, organizarão e manterão sistemas de informação abertos ao público com os dados de:
I - credenciamento e renovação de credenciamento institucional;
II - autorização e renovação de autorização de cursos ou programas a distância;
III - reconhecimento e renovação de reconhecimento de cursos ou programas a distância; e
IV - resultados dos processos de supervisão e de avaliação.
Parágrafo único. O Ministério da Educação deverá organizar e manter sistema de informação, aberto ao público, disponibilizando os dados nacionais referentes à educação a distancia.
CAPÍTULO II
DO CREDENCIAMENTO DE INSTRUÇÕES PARA OFERTA DE CURSOS E
PROGRAMAS NA MODALIDADE A DISTÂNCIA
Art. 9o O ato de credenciamento para a oferta de cursos e programas na modalidade a distância destina-se às instituições de ensino, públicas ou privadas.
Parágrafo único. As instituições de pesquisa científica e tecnológica, públicas ou privadas, de comprovada excelência e de relevante produção em pesquisa, poderão solicitar credenciamento institucional, para a oferta de cursos ou programas a distância de:
I - especialização;
II - mestrado;
III - doutorado; e
IV - educação profissional tecnológica de pós-graduação.
Art. 10. Compete ao Ministério da Educação promover os atos de credenciamento de instituições para oferta de cursos e programas a distância para educação superior.
TEXTO DE MORAN
Educação à Distância
A educação à distância é um processo de ensino-aprendizagem, onde professores e alunos estão separado especial e/ou temporariamente.
Professores e alunos não estão juntos fisicamente mas sim conectados, através da tecnologia como a internet e também pode usar o rádio, a televisão, video, CD - Rom, o telefone ofax e tecnologia semelhantes.
A palavra ''Educação à Distância'' é a mais abrangente.
Hoje tem vários tipos de Educação: a presencial,semi-presencial (parte presencial, a virtual ou a distância)
E outro conceito importante é a educação continuada, formação constante de aprender sempre em serviço, juntando teoria e prática, refletindo sobre a própria experiência ampliando com novas informações e relações.
Definição da Educação à Distância é uma modalidade de ensino, hoje educação contínua ou continuada. Níveis de Ensino.
Em seguida o professor ou aluno não está junto geograficamente e unidos através da tecnologia.
A presença em sala de aula semi-presencial escolhe que 25% seja à distância
Já a educação à distância e toda à distância só se torna presencial na hora de apresentar o TCC.
Educação contínua ou continuada nos niveis de EAD são fundamental, ensino médio, graduação e pós-graduação.
O processo de mudança não e facil no entanto difícil é mudar os padrões adquiridos.
A maioria dos estudantes não tem aceeso a esses recursos tecnologicos, pois isso é de maior relevância possibilitar a todos o acesso as tecnologia, e a informação significativa.
A professor tem que se preparar para ser educador de Educação à Distãncia, temos que entender o que é para que o mesmo possa se capacitar para poder assumir ser professor de Educação à Distância.
HISTÓRIA DA EAD NO BRASIL E NO MUNDO
Século XV
Johannes Gutemberg Educação à Distância teve seu primeiro grande salto com Gutenberg (famoso pela sua contribuição à tecnologia da impressão e tipografia) por meio de reprodução de livros que até então eram copiados manualmente.
1923
Rádio Sociedade do Rio de Janeiro
Liderada por Roquete Pinto e Henrique Morize, a radio Sociedade do Rio de Janeiro iniciou neste ano a educação via rádio, que teve significado importante para a EAD.
1941
Instituto Universal Brasileiro
Surgimento do Instituto Universal Brasileiro, instituição privada pioneira em EAD pela modalidade de ensino por correspondência.
1950/60
Movimento de Educação de Base
Sistema de ensino à distância criado pela CNBB, o MEB surgiu para alfabetizar e apoiar os primeiros passos da Educação de Jovens e Adultos, principalmente nas regiões norte e nordeste do Brasil, com a utilização do rádio.
1962/64
Movimento de Educação de Base
Com 25 emissoras radiofônicas, o MEB atingiu quase meio milhão de camponeses, distribuídos em 14 estados brasileiros.
1967/74
Projeto Saci/Inpe
Por meio da tecnologia via satélite, esse projeto constituiu um sistema de teleducação, utilizando como suporte material de rádio e impresso, para ensino fundamental e treinamento de professores.
1976
Sistema Nacional de Teleducação
Lançado pela serviço nacional de aprendizagem comercial - SENAC, que operava principalmente por meio de ensino por correspondência. Também teve algumas experiências com rádio e tv. (77/79).
1983
Parceria SENAC/TVE/MEC.
O convênio entre o Senac, a Fundação Centro Brasileiro de TV Educativa ea Rádio MEC resultou em programas radiofônicos sobre orienntação profissional na área de comercio e serviços, veiculados em cadeia nacional.
1993
BRASIL EAD
Reitores de Universidades públicas brasileiras assinaram a implantação do consorcio.
Interuniversitário de Educação Continuada e a Distância, cujo objetivo era aumentar e diversificar a oferta de oportunidades educacionais do país.
1995
Programa TV Escola
Ministério da Educação
O programa TV Escola produz material televisivo com transmissão pelo Brasil Sat e recepção por antena parabólica.
Esse canal desenvolveu series didáticas, documentários e o programa ''Um Salto para o Futuro''.
2000
Credenciamento
Surgem as primeiras Universidades credenciadas pelo Ministério da Educação e Cultura para oferecer cursos à distância.
2001
Curso EAD de formação continuada para gestores de escola cujo objetivo é formar lideranças escolares comprometidas com a construção de um projeto de Gestão Democrática da escola pública, focado no sucesso escolar dos alunos.
2005
Rede EAD Senac de Pós Graduação
Inicio das atividades da rede EAD Senac de Pós Graduação e lançamento do programa Midia-Escola, que divulga produções de alunos de escolas públicas utilizando tecnologias de Informação e Comunicação.
Johannes Gutemberg Educação à Distância teve seu primeiro grande salto com Gutenberg (famoso pela sua contribuição à tecnologia da impressão e tipografia) por meio de reprodução de livros que até então eram copiados manualmente.
1923
Rádio Sociedade do Rio de Janeiro
Liderada por Roquete Pinto e Henrique Morize, a radio Sociedade do Rio de Janeiro iniciou neste ano a educação via rádio, que teve significado importante para a EAD.
1941
Instituto Universal Brasileiro
Surgimento do Instituto Universal Brasileiro, instituição privada pioneira em EAD pela modalidade de ensino por correspondência.
1950/60
Movimento de Educação de Base
Sistema de ensino à distância criado pela CNBB, o MEB surgiu para alfabetizar e apoiar os primeiros passos da Educação de Jovens e Adultos, principalmente nas regiões norte e nordeste do Brasil, com a utilização do rádio.
1962/64
Movimento de Educação de Base
Com 25 emissoras radiofônicas, o MEB atingiu quase meio milhão de camponeses, distribuídos em 14 estados brasileiros.
1967/74
Projeto Saci/Inpe
Por meio da tecnologia via satélite, esse projeto constituiu um sistema de teleducação, utilizando como suporte material de rádio e impresso, para ensino fundamental e treinamento de professores.
1976
Sistema Nacional de Teleducação
Lançado pela serviço nacional de aprendizagem comercial - SENAC, que operava principalmente por meio de ensino por correspondência. Também teve algumas experiências com rádio e tv. (77/79).
1983
Parceria SENAC/TVE/MEC.
O convênio entre o Senac, a Fundação Centro Brasileiro de TV Educativa ea Rádio MEC resultou em programas radiofônicos sobre orienntação profissional na área de comercio e serviços, veiculados em cadeia nacional.
1993
BRASIL EAD
Reitores de Universidades públicas brasileiras assinaram a implantação do consorcio.
Interuniversitário de Educação Continuada e a Distância, cujo objetivo era aumentar e diversificar a oferta de oportunidades educacionais do país.
1995
Programa TV Escola
Ministério da Educação
O programa TV Escola produz material televisivo com transmissão pelo Brasil Sat e recepção por antena parabólica.
Esse canal desenvolveu series didáticas, documentários e o programa ''Um Salto para o Futuro''.
2000
Credenciamento
Surgem as primeiras Universidades credenciadas pelo Ministério da Educação e Cultura para oferecer cursos à distância.
2001
Curso EAD de formação continuada para gestores de escola cujo objetivo é formar lideranças escolares comprometidas com a construção de um projeto de Gestão Democrática da escola pública, focado no sucesso escolar dos alunos.
2005
Rede EAD Senac de Pós Graduação
Inicio das atividades da rede EAD Senac de Pós Graduação e lançamento do programa Midia-Escola, que divulga produções de alunos de escolas públicas utilizando tecnologias de Informação e Comunicação.
segunda-feira, 11 de abril de 2011
EDUCAÇÃO FORMAL E NÃO FORMAL
Educação formal e não formal
A educação formal nasce como local privilegiado de ensino/educação quando interessa ao exercício do Poder de um governo. Parece que desde então a educação formal sempre está a serviço desta ou daquela ideologia. Por outro lado, temos a educação que se dá fora desses limites da escola formal. As primeiras comunidades humanas parecem se valer mais desse modelo. O aprendizado vai se dando ao longo do dia e em meio aos fazeres da comunidade.
Na atualidade, com milhares de indivíduo, parece quase impossível pensar um povo sem escola, sem espaço formal para educação. Contudo, dado ao surgimento de várias inovações no campo da comunicação, o aprender fora dos muros de uma escola parece estar vivo novamente. Existem, inclusive, severas críticas á educação escolar. Dentre vários outros pensadores temos Pierre Boudieu, Jean Baudrillard, Ivan Ilich, Foucault, todos críticos ferrenho da escola. Para esses pensadores, com diferentes abordagens, a escola está a serviço das classes dominantes e constituem o local privilegiado de manutenção do poder das elites.
Enfim, parece então que estamos novamente no advento de uma educação sem escola. Feita pela internet, na convivência social, na relação do trabalho. Se a educação formal se dá em local determinado, na escola, a não-formal se dá na vida, no convívio social, nos filmes, na novela. Parece-me, então, que mesmo a educação não-formal, nos dias de hoje, tem sido alvo dos que detém o poder. A informalidade não passa de um truque, mas aí também se encontra a mão do poder das elites. Colocando, assim, a questão de se é efetivamente informal a educação-não-formal.
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